Dica de livro: A Pariense

 

Meninas faz tempo que tenho ouvido falar sobre esse livro, mas sempre esqueço de comprar e também não sabia se era tão bom assim. Mas como ele fala de moda e eu sou curiosa, acabei comprando, e a notícia boa é que ele é tudo o que disseram e mais um pouco. A começar pela capa linda, meio retrô. As fotografias também são incríveis e muito bem produzidas e o texto é muito gostoso de ler.

Escrito por Ines de La Fressange, símbolo de elegância na França,  ele apresenta os segredos do estilo das parisienses. A leitura permite um conhecimento sobre o que as mulheres “made in Paris” apreciam e sobre o jeito particular que elas têm de olhar a moda. Mas daí você pode perguntar: por que vou ler um livro sobre a elegância das parienses? A resposta é simples: todo mundo sabe que as francesas são as mulheres mais elegantes que existe, sem falar que respiram moda. Além disso, a maioria das dicas você vai gostar, por que são dicas simples e fáceis. Algumas dicas podem até ser quebradas, como recomenda a própria autora. Já outras, são verdadeiras lições que podem contribuir e muito na escolha das peças que podemos/devemos usar em nosso dia-a-dia para nos tornarmos mais elegantes e minimalistas.

Traz ainda dicas de lugares para encontrar o melhor em decoração, vestuário, beleza, entre outros

Segue um trecho do próprio livro:

 

Durante a leitura você vai perceber que “A Parisiense” é simples e didático. Usa apenas toques de estilo ao se vestir como uma bolsa estampada ou uma jaqueta pomposa. Sabe quando você usa calça jeans, camiseta, sapatilha e joga um colar bafo por cima? É isso. O glamour encontra-se na simplicidade. Espero que vocês comprem o livro e apreciem tanto quanto eu.

Dica de livro: As regras do trabalho

 Como falei no post anterior sobre sobre o uso do celular no ambiente de trabalho, acabei me lembrando de um dos melhores livro que li sobre etiqueta profissional. Trata-se do livro: As Regras do Trabalho – Richard Templar. O livro já é antigo, mas posso garantir que os temas tratados são bem atuais. Sem falar que é um dos livros mais vendidos do mundo. Eu já li umas duas vezes, por que vale a pena. É um livro de auto-ajuda, bem didático, e você conseguirá ler numa sentada ( melhor ler deitada rs).

Confira alguns temas do livro As Regras do Trabalho:

- Seja coerente com o que você fala
- Tenha consciência de que você está sendo avaliado o tempo todo
- Tenha um plano de ação
- Se não tiver nada de bom para dizer, não diga nada
- Cuide-se
- Enturme-se
- Esteja sempre um passo à frente
- Torne-se um diplomata
- Conheça o sistema e tire proveito dele
- Saiba como lidar com a concorrência

Gente, mesmo que seja por curiosidade, vale a pena demais ler esse livro, principalmente para quem está ou quer ingressar no mercado de trabalho. Espero que gostem da dica.

Dica de livros para o feriado

Pessoal o feriado está aí e muita gente vai viajar e descansar, e nada melhor para descansar do que ler um bom livro, por a leitura em dia. A minha dica de leitura para esse feriado e final de semana são os livros do Harlan Coben. Eu li um livro dele e me apaixonei, quis ler todos. São todos livros de suspenses e mistério, e você simplesmente não consegue parar de ler até o final.

O que mais me atrai nos livros de Harlan Coben (além ótima narrativa em terceira pessoa) é a capacidade de nos confundir totalmente, ainda que você desconfie de quem possa ser o assassino é bem possível que no desenrolar da história volte atrás em seu palpite.  E claro, sempre tem uma dose de romance, afinal de contas seria muito chato se não tivesse né? Mas em nenhum de seus livros o romance é o ponto principal, o mistério e o suspense é sempre protagonista da história.
 
Não vou indicar apenas um livro do Harlan Coben, indico todos, e se quiser começar com um livro eletrizante, começe lendo Quebra de Confiança, eu garanto que você não vai conseguir parar de ler até o surpreendente final.
 

Dica de livro

Meninas a dica de livro de hoje é da série Melancia, da autora Marian Keyes. Eu ganhei o livro de presente de aniversário há uns 5 anos, da minha amiga Valéria e desde então, li todos os livros da autora. São todos livros de romances, engraçadíssimos e irreverentes, garanto que vocês vão amar! Embora os livros não sejam continuação um do outro, você pode começar a ler por qualquer um deles, pois apesar de algumas histórias serem interligadas, não interferem nos demais livros. A minha dica é que comecem pelo livro que comecei: Melancia.

 

 

O livro é muito bom, pelo menos eu achei. Realmente é bem engraçado e o romance que ela tem com o amigo de faculdade da irmã caçula é bem legal. Na verdade, o marido dela é um déspota filho da mãe e o Adam, o tal amigo, é muito perfeito, até eu queria um igual a ele aqui na minha casa…kkkk… Gostoso de doer os dentes!!!…kkkkk

Não curti muito o linguajar que ela usa, eu realmente não falo palavrão, mas a cada dez palavras ela usa oito palavrões. E isso me tira um pouco do pique… Não curto muito isso, mas o livro é bom.

Achei o livro bem realista, e o final foi ainda melhor. Não é cansativo, pois ela viaja numas coisas que não tem nada a ver com o momento e isso é bem engraçado, eu recomendo Melancia e os outros também…

 

Dicas de livros e filmes

Para quem como eu não vai viajar nesse feriado, a dica de livros e filmes que vou dar nesse final de semana é do mesmo autor: Nichola Sparks. Eu tenho que confessar que sou apaixonada por esse autor e que sempre choro quando leio os seus livros, infelizmente os filmes que são baseados nos livros não chegam nem aos pés, como Querido John por exemplo. Fico indignada de assistir um filme em que o livro é ótimo mas o filme não faz justiça ao autor. Mas voltando aos livros do Nichola Sparks, eu ja li quase todos e já assisti alguns filmes também, os filmes eu recomendo são: “O diário de uma Paixão, Uma carta de Amor e Um Amor para recordar”, chorei muito no final desses filmes (kkk). Quanto aos livros eu recomendo todos, sem exceção, e se voce for uma pessoa sensivel como eu ( rs) leia com uma caixa de lenços ao lado, por que voce vai precisar!! kkkkkk

 

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Bom filme e boa leitura pra vocês, e não esqueçam de comentar se gostaram!

Constanza Pascolato

Costanza no livro Confidencial: dica de leitura para o final de semana
Eu acabei de ler hoje o livro “Confidencial: Segredos de Moda, Estilo e Bem Viver” da Constanza Pascolato. O livro é ótimo de ler e nada mais que é um guia com ensinamentos da Constanza e observações dela sobre diferentes aspectos da vida… bem legal, curti muito! É uma leitura bem leve muitas dicas de moda e estilo para ler num final de semana. Por falar em Constanza, li uma entrevista dela na revista VEJA http://veja.abril.com.br/especiais/estilo_moda/p_032.html muito legal e uma verdadeira lição sobre estilo, onde ela diz que o verdadeiro “estilo” é olhar, escolher, combinar (sim, combinar) – e não ligar muito para a opinião das pessoas. Segue a entrevista na íntegra:
Veja – Qual a diferença entre ser elegante e ter estilo?

Costanza – Eu diria que existem mulheres bem vestidas e outras com estilo. A bem vestida é aquela que compra tudo direitinho, conforme a proposta da vitrine: veste um figurino pronto e às vezes gasta até muito dinheiro, mas você não reconhece o jeito dela naquela produção. Já a mulher com estilo é a que consegue pinçar, dentro do que a moda propõe, aquilo que lhe cai bem e vai sublinhar sua personalidade. Ela vai pegar o sapatinho que viu na loja, misturar com um casaco comprado há dois anos e combinar com uma saia de que ela goste, e o resultado vai ser uma coisa moderna, que a favoreça. A mulher com estilo nunca será uma vítima da moda.

Veja – Exemplos, por favor.

Costanza – Acho a Fernanda Torres chiquérrima. Outro dia, ela estava com uma t-shirt branca colada ao corpo, um saião anos 50 de cós baixo e um chapéu. Estava maravilhosa e era tudo a cara dela. A saia, por exemplo: não é que ela comprou uma saia de cós baixo, que é mais do que tendência. É que ela está toda malhada e a saia caiu daquele jeito no corpo. E a blusa tinha mangas compridas. Entende? Com todo mundo mostrando os braços, o peito, ela estava toda fechadinha e nem aí. Isso já é estilo.

Veja – Ter estilo pressupõe uma certa ousadia?

Costanza – Não é ousadia, é mais uma independência da opinião da platéia. A Fernanda Torres não pode tomar sol, então põe o chapelão. Está calor, mas ela acha que seus braços estão musculosos demais, então escolhe não mostrar. E fica à vontade dentro daquilo que ela escolheu, porque combina com o jeito dela. A maioria das pessoas que você vê nas revistas de celebridades se veste para fazer sucesso, não para ficar à vontade.

Veja – Como conciliar o estar à vontade com a elegância?

Costanza – Veja a Sofia Coppola. Ela foi ganhar o Globo de Ouro de salto baixo! Foi com um vestidinho de jérsei preto e sem uma jóia. E no meio daquela peruada era a mulher mais chique da noite. Porque ela é desse jeito, o estilo de vida dela é assim.

Veja – Como você definiria seu estilo?

Costanza – Eu ponho a mesma base e mudo os acessórios.

Veja – O que você chama de seu básico?

Costanza – Sapato baixo, calça preta e t-shirt preta. O resto é o blazer do fulano, a jaqueta da Isabela Capeto, as blusas da Marni. Adoro essas misturas e hoje estou legal para fazer isso. Não faria há três ou quatro anos porque estava me achando gorda e caída. Tinha só um xale vermelho, que cobria tudo e pronto.

Veja – De que forma você chegou a seu estilo?

Costanza – Quando era mais jovem, usei muito a roupa para me sentir mais segura. Podia ser a mais burra, a menos informada, mas sabia que, na aparência, eu me segurava. Então, me vestia para os outros. Só a partir dos 45 é que passei a me vestir da forma que me sentia legal. Mas estilo é uma coisa que você constrói todo dia. Já fiz coisas horríveis, já me vesti mal pra chuchu. u

Veja – Por exemplo?

Costanza – Já usei um trench coat de cetim rosa.

Veja – Dá para nascer com estilo?

Costanza – A gente erra bastante para acertar. Acho que ninguém tem estilo antes de uma certa idade – a não ser que você seja uma Kate Moss, que é uma menina que tem um talento inato para inventar looks que são copiados no mundo inteiro. Tem também aquelas mulheres fantásticas: Jackie Kennedy, Audrey Hepburn – elas faziam o que queriam. Imagine usar sapatilhas de balé com calça capri e camisa branca em 1956. Todo mundo andava de salto, calça era uma coisa esportiva, não se usava na cidade. Tinha de ter coragem para fazer aquilo.

Veja – Como descobrir o próprio estilo?

Costanza – Um bom exercício é a gente se olhar no espelho várias vezes, friamente, da cabeça aos pés. Observar como funciona o cabelo atrás, de lado, de perfil. Se você consegue se ver como é de fato, pode até achar vários defeitos, mas vai aprender a usar o que lhe favorece.

Veja – Existe algo que derrube qualquer estilo?

Costanza – Antigamente se dizia que sapato tinha de ser preto, bota branca jamais. Continuo achando bota branca uma coisa monstruosa, mas o que conta hoje é a harmonia do conjunto. O maior erro é você estar dissociada daquilo que está usando. Imagine uma mulher exuberante, sexualmente agressiva, que se veste toda romântica, de lacinhos. Isso é estar dissociada da roupa: ela fica parecendo aquele elefante da Disney que usa sapatilha de bailarina.

Veja – A valorização do estilo é coisa recente?

Costanza – Do fim do século XIX até os anos 50, a moda servia fundamentalmente para conferir status. As pessoas tinham como referência o chique, que era um modelo que a elite criava e os outros copiavam. Hoje, o contemporâneo é o chamado high-low – uma mistura do que é mais popular com uma coisa chique, para dar essa descontração, o ponto certo do negócio. Por isso é que eu acho que a patricinha está fadada à extinção. Porque ela é a representação da riqueza, daquilo que é poderoso, caro, grifado – e também daquilo que é pronto. Elas usam tudo igual: cabelo igual, jeito de falar igual, salto igual, combinações iguais. Não ousam nada além daquela calça justa e daquele .

Fonte: Revista Veja

Constanza Pascolato

Costanza no livro Confidencial: dica de leitura para o final de semana
Eu acabei de ler hoje o livro “Confidencial: Segredos de Moda, Estilo e Bem Viver” da Constanza Pascolato. O livro é ótimo de ler e nada mais que é um guia com ensinamentos da Constanza e observações dela sobre diferentes aspectos da vida… bem legal, curti muito! É uma leitura bem leve muitas dicas de moda e estilo para ler num final de semana. Por falar em Constanza, li uma entrevista dela na revista VEJA http://veja.abril.com.br/especiais/estilo_moda/p_032.html muito legal e uma verdadeira lição sobre estilo, onde ela diz que o verdadeiro “estilo” é olhar, escolher, combinar (sim, combinar) – e não ligar muito para a opinião das pessoas. Segue a entrevista na íntegra:
Veja – Qual a diferença entre ser elegante e ter estilo?

Costanza – Eu diria que existem mulheres bem vestidas e outras com estilo. A bem vestida é aquela que compra tudo direitinho, conforme a proposta da vitrine: veste um figurino pronto e às vezes gasta até muito dinheiro, mas você não reconhece o jeito dela naquela produção. Já a mulher com estilo é a que consegue pinçar, dentro do que a moda propõe, aquilo que lhe cai bem e vai sublinhar sua personalidade. Ela vai pegar o sapatinho que viu na loja, misturar com um casaco comprado há dois anos e combinar com uma saia de que ela goste, e o resultado vai ser uma coisa moderna, que a favoreça. A mulher com estilo nunca será uma vítima da moda.

Veja – Exemplos, por favor.

Costanza – Acho a Fernanda Torres chiquérrima. Outro dia, ela estava com uma t-shirt branca colada ao corpo, um saião anos 50 de cós baixo e um chapéu. Estava maravilhosa e era tudo a cara dela. A saia, por exemplo: não é que ela comprou uma saia de cós baixo, que é mais do que tendência. É que ela está toda malhada e a saia caiu daquele jeito no corpo. E a blusa tinha mangas compridas. Entende? Com todo mundo mostrando os braços, o peito, ela estava toda fechadinha e nem aí. Isso já é estilo.

Veja – Ter estilo pressupõe uma certa ousadia?

Costanza – Não é ousadia, é mais uma independência da opinião da platéia. A Fernanda Torres não pode tomar sol, então põe o chapelão. Está calor, mas ela acha que seus braços estão musculosos demais, então escolhe não mostrar. E fica à vontade dentro daquilo que ela escolheu, porque combina com o jeito dela. A maioria das pessoas que você vê nas revistas de celebridades se veste para fazer sucesso, não para ficar à vontade.

Veja – Como conciliar o estar à vontade com a elegância?

Costanza – Veja a Sofia Coppola. Ela foi ganhar o Globo de Ouro de salto baixo! Foi com um vestidinho de jérsei preto e sem uma jóia. E no meio daquela peruada era a mulher mais chique da noite. Porque ela é desse jeito, o estilo de vida dela é assim.

Veja – Como você definiria seu estilo?

Costanza – Eu ponho a mesma base e mudo os acessórios.

Veja – O que você chama de seu básico?

Costanza – Sapato baixo, calça preta e t-shirt preta. O resto é o blazer do fulano, a jaqueta da Isabela Capeto, as blusas da Marni. Adoro essas misturas e hoje estou legal para fazer isso. Não faria há três ou quatro anos porque estava me achando gorda e caída. Tinha só um xale vermelho, que cobria tudo e pronto.

Veja – De que forma você chegou a seu estilo?

Costanza – Quando era mais jovem, usei muito a roupa para me sentir mais segura. Podia ser a mais burra, a menos informada, mas sabia que, na aparência, eu me segurava. Então, me vestia para os outros. Só a partir dos 45 é que passei a me vestir da forma que me sentia legal. Mas estilo é uma coisa que você constrói todo dia. Já fiz coisas horríveis, já me vesti mal pra chuchu. u

Veja – Por exemplo?

Costanza – Já usei um trench coat de cetim rosa.

Veja – Dá para nascer com estilo?

Costanza – A gente erra bastante para acertar. Acho que ninguém tem estilo antes de uma certa idade – a não ser que você seja uma Kate Moss, que é uma menina que tem um talento inato para inventar looks que são copiados no mundo inteiro. Tem também aquelas mulheres fantásticas: Jackie Kennedy, Audrey Hepburn – elas faziam o que queriam. Imagine usar sapatilhas de balé com calça capri e camisa branca em 1956. Todo mundo andava de salto, calça era uma coisa esportiva, não se usava na cidade. Tinha de ter coragem para fazer aquilo.

Veja – Como descobrir o próprio estilo?

Costanza – Um bom exercício é a gente se olhar no espelho várias vezes, friamente, da cabeça aos pés. Observar como funciona o cabelo atrás, de lado, de perfil. Se você consegue se ver como é de fato, pode até achar vários defeitos, mas vai aprender a usar o que lhe favorece.

Veja – Existe algo que derrube qualquer estilo?

Costanza – Antigamente se dizia que sapato tinha de ser preto, bota branca jamais. Continuo achando bota branca uma coisa monstruosa, mas o que conta hoje é a harmonia do conjunto. O maior erro é você estar dissociada daquilo que está usando. Imagine uma mulher exuberante, sexualmente agressiva, que se veste toda romântica, de lacinhos. Isso é estar dissociada da roupa: ela fica parecendo aquele elefante da Disney que usa sapatilha de bailarina.

Veja – A valorização do estilo é coisa recente?

Costanza – Do fim do século XIX até os anos 50, a moda servia fundamentalmente para conferir status. As pessoas tinham como referência o chique, que era um modelo que a elite criava e os outros copiavam. Hoje, o contemporâneo é o chamado high-low – uma mistura do que é mais popular com uma coisa chique, para dar essa descontração, o ponto certo do negócio. Por isso é que eu acho que a patricinha está fadada à extinção. Porque ela é a representação da riqueza, daquilo que é poderoso, caro, grifado – e também daquilo que é pronto. Elas usam tudo igual: cabelo igual, jeito de falar igual, salto igual, combinações iguais. Não ousam nada além daquela calça justa e daquele .

Fonte: Revista Veja

MELANCIA E CIA

Desde que ganhei de presente de aniversário o livro Melancia (adorei Vá), virei fã da escritora Marian Keyes, e comprei e litodos os livros dela, que são super gostoso de ler e eu recomendo. É tipo literatura de mulherzinha mesmo, e você não consegue parar de ler pois são muito engraçados. Segue os outros livros da autora:

Melancia, (primeiro da série) A protagonista, Claire, acaba de dar a luz ao seu primeiro filho quando seu marido, ainda na maternidade, anuncia que irá separar-se, pois mantém um caso com a vizinha casada há mais de seis meses. Ela volta a morar com a excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, a outra demolidora de corações, uma mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha, e um pai à beira de um ataque de nervos.

Férias! trata-se de uma autobiografia da própria Marian Keyes. A história é narrada por Rachel, uma mulher viciada em cocaína e álcool que acaba de perder o namorado e infelizmente quase perde a vida por causa do consumo de drogas. Ela começa a se destruir aos poucos e, em seguida, depois de quase morrer de uma overdose de antidepressivos, toma uma decisão séria e resolve abandonar a glamourosa cidade de Nova Iorque e volta para a casa de sua família na Irlanda do Sul.

Em Sushi você verá que a vida da editora de revistas, Lisa Edwards mudou quando ela descobriu que seu novo emprego não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda para o lançamento da revista Garota. Ela queria recusar esta tarefa, só não desistiu devido à presença de seu novo colírio, isto é, chefe, Jack Devine, um sujeito desgrenhado e fechadão. Para ela, isto é motivo suficiente para aceitar o desafio, (embora não estivesse com muita vontade de enfrentá-lo) Ashling Kennedy, a editora assistente da revista Garota, também não esta com a vida indo bem. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida.

No livro Casório!?, Lucy Sullivan vai se casar. Essa moça de 26 anos, que divide o apartamento com as amigas, não tem dúvidas de que, dentro de poucos meses, estará entrando na igreja durante uma linda cerimônia. Só falta um pequeno detalhe: o noivo! Mas Lucy, que nem ao menos tem um namorado e nunca foi muito bem-sucedida no amor, confia piamente nas previsões de sua cartomante e iniciará uma busca incessante (e hilariante) por um bom partido: ele só precisa ser bonito, inteligente e não lembrar em nada o seu pai.

Os quatros livros por um preço especial você encontra aqui no Submarino ou na Saraiva.

MELANCIA E CIA

Desde que ganhei de presente de aniversário o livro Melancia (adorei Vá), virei fã da escritora Marian Keyes, e comprei e litodos os livros dela, que são super gostoso de ler e eu recomendo. É tipo literatura de mulherzinha mesmo, e você não consegue parar de ler pois são muito engraçados. Segue os outros livros da autora:

Melancia, (primeiro da série) A protagonista, Claire, acaba de dar a luz ao seu primeiro filho quando seu marido, ainda na maternidade, anuncia que irá separar-se, pois mantém um caso com a vizinha casada há mais de seis meses. Ela volta a morar com a excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, a outra demolidora de corações, uma mãe viciada em telenovelas e com fobia de cozinha, e um pai à beira de um ataque de nervos.

Férias! trata-se de uma autobiografia da própria Marian Keyes. A história é narrada por Rachel, uma mulher viciada em cocaína e álcool que acaba de perder o namorado e infelizmente quase perde a vida por causa do consumo de drogas. Ela começa a se destruir aos poucos e, em seguida, depois de quase morrer de uma overdose de antidepressivos, toma uma decisão séria e resolve abandonar a glamourosa cidade de Nova Iorque e volta para a casa de sua família na Irlanda do Sul.

Em Sushi você verá que a vida da editora de revistas, Lisa Edwards mudou quando ela descobriu que seu novo emprego não passa de uma ordem de deportação para a Irlanda para o lançamento da revista Garota. Ela queria recusar esta tarefa, só não desistiu devido à presença de seu novo colírio, isto é, chefe, Jack Devine, um sujeito desgrenhado e fechadão. Para ela, isto é motivo suficiente para aceitar o desafio, (embora não estivesse com muita vontade de enfrentá-lo) Ashling Kennedy, a editora assistente da revista Garota, também não esta com a vida indo bem. É a Rainha da Ansiedade, e não é de hoje que sente que algo não está cem por cento na sua vida.

No livro Casório!?, Lucy Sullivan vai se casar. Essa moça de 26 anos, que divide o apartamento com as amigas, não tem dúvidas de que, dentro de poucos meses, estará entrando na igreja durante uma linda cerimônia. Só falta um pequeno detalhe: o noivo! Mas Lucy, que nem ao menos tem um namorado e nunca foi muito bem-sucedida no amor, confia piamente nas previsões de sua cartomante e iniciará uma busca incessante (e hilariante) por um bom partido: ele só precisa ser bonito, inteligente e não lembrar em nada o seu pai.

Os quatros livros por um preço especial você encontra aqui no Submarino ou na Saraiva.

DOM QUIXOTE – O MELHOR LIVRO DE TODOS OS TEMPOS

Além de ter sido apontado como a melhor obra de ficção de todos os tempos por uma comissão de críticos literários, o livro é muito emocionante e divertido.Dom Quixote é muito engraçado e causa gargalhadas. Eu o Li quando tinha 13 anos e não consegui parar até chegar ao final do livro. Já decidi que quero comprar para reler e completar a minha biblioteca.

O que mais me impressionou em Dom Quixote de La Mancha, é o fato dele ser um livro de quase 500 anos e ainda agradar a todas as faixas etárias, desde um adolescente até um leitor maduro. Além disso só de saber que foi o livro mais traduzido depois da bíblia, já desperta a curiosidade de qualquer um, NE? Na minha humilde opinião, todo mundo ter que ler Dom Quixote… Então fica aí mais uma dica de leitura..